11ª Mostra de Teatro do Velho Chico | Caetité BA
A cena teatral baiana ganha novo fôlego em setembro com a 11ª Mostra de Teatro do Velho Chico, que será realizada em Caetité, entre os dias 15 e 28. O evento, promovido pela Rede de Teatro do Velho Chico, reúne 20 espetáculos gratuitos, abertos a todos os públicos.
A programação se divide em três eixos: O Riso e a Criança, voltado ao público infantil; Protagonismo Feminino, com produções criadas, encenadas ou inspiradas no universo das mulheres; e Corpo em Cena, direcionado a um público adulto, com propostas e experimentações cênicas variadas.
Grupos de 12 cidades, representando 9 territórios de identidade da Bahia, além de companhias de mais dois estados brasileiros, se encontram em Caetité para esta edição. A Casa Anísio Teixeira sedia o evento pela segunda vez, recebendo artistas, técnicos, críticos e pesquisadores que atuam na cena teatral.
Este projeto é uma Realização: Rede de Teatro do Velho Chico e Mistura Produções
APOIO CULTURAL: Casa Anísio Teixeira, Trupe dos Dobradores de Arte, Prefeitura Municipal de Caetité e Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Caetité.
O projeto tem APOIO FINANCEIRO do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia, através do Edital n° 73/2024 – Eventos Calendarizados.
ESPETÁCULOS
ATIVIDADES FORMATIVAS
Local: Cine Teatro Casa Anísio Teixeira | Segunda a Sábado | 10h
Local: Cortejo na Feira Livre de Caetité | Sábado | 08h
QUA | 24/09 - 19h | Cia Teatrando com Atriz Cleide Vieira (Barreiras - BA)
SEG | 22/09 - 20h30min | Shicó do Mamulengo
SEX | 23/09 - 20h30min | Cia de Teatro Mistura (Ibotirama - BA)
DOM | 27/09 - 20h30min | Cia de Teatro Mistura | Ananias Serranegra (Ibotirama - BA)
HISTÓRIA EM GOTAS
GRUPO: Cia de Artes Ôcotô
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 45 minutos
SINOPSE
História em Gotas é uma adaptação da peça infantil “Eu chovo, tu choves, ele chove”, de Sylvia Orthof. Em cena, um Pingo de Chuva atrapalhado se vê no meio de tempestades e trovoadas, numa narrativa sem pé nem cabeça, mas cheia de graça e diversão. Personagens inusitados surgem nesse aguaceiro: um chuveiro mandão, uma sereia extravagante, um ovo calado que aprende a falar, uma galinha cheia de manias, uma ova sabida, um chuvisco medroso e até um sol gentil que aquece o coração da história. Tudo pode acontecer quando essa turma se encontra. Prepare-se: “Que aguaceiro! Que confusão!”
FICHA TÉCNICA
Texto: Sylvia Orthof
Direção: Iamara Dourado
Elenco: Iamara Dourado, Jardel Lôbo, Luarlley Araújo, Lucivan Santos
Figurino: Luarlley Araújo e Tally Gaia
Iluminação: Jardel Lôbo
Trilha Sonora: Cia de Artes Ôcotô
Realização: Cia de Artes Ôcotô
ATRAPALHAÇOS
GRUPO: Cia ASA – Caetité
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 40 minutos
SINOPSE
Duas palhaças se encontram e começam a dividir suas emoções e técnicas em palco, sem saber muito bem onde vão parar. Uma peça leve e divertida que mostra ações e reações envolvendo o público numa dramaturgia circense!
FICHA TÉCNICA:
Direção: Vitoria Silva
Atuação: Vitoria Silva E Luana Silva.
Produção: Vs Produções Artísticas
NÉU ARMISTRONGUI E O JEGUE APOLO
GRUPO: Grupo Finos Trapos – Vitória da Conquista
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO:
SINOPSE
A cidade de Caetité será palco de uma aventura cultural inesquecível com a apresentação do espetáculo Néu Armistrongui e o Jegue Apolo. A peça promete encantar crianças, adolescentes e toda a família, oferecendo uma experiência teatral rica em cultura, diversão e aprendizado.
Néu Armstrong e o Jegue Apolo conta a história de Néu, um menino curioso e sonhador, e seu inseparável amigo, o jegue Apolo, em uma jornada através das paisagens da caatinga nordestina. Juntos, eles enfrentam desafios e desenvolvem o seu espírito científico com humor, emoção e reflexão.
FICHA TÉCNICA
Coordenação de Produção: Daisy Andrade
Direção e Cenário (concepção): Yoshi Aguiar
Atores/Manipuladores de bonecos: Daisy Andrade, Vinícius Martins e Yoshi Aguiar
Trilha sonora (concepção): Tomaz Mota
Trilha sonora (participação especial): Xangai
Fotografia e Comunicação: Érica Daniela
A MENINA E O BAÚ ENCANTADO
GRUPO: Companhia Odoyá de Teatro – Barreiras – BA
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 40 min
SINOPSE
O espetáculo conta a história da menina Paulinha que viaja em sonho para um Reino Encantado, onde com ajuda da diga Fada Iris e o robôbogênio, lutam para defender o tesouro de Tililim Azul, contra as malvadezas e artimanhas do Malvado Malvino e seu auxiliar trassása.
O espetáculo infantil, “A Menina e o Baú Encantado”, faz parte do projeto “Arte em Cena”, agraciado pela lei de incentivo à cultura, Paulo Gustavo. Montagem do Grupo de teatro, ODOIÁ do município de Barreiras. Espetáculo infantil com Livre adaptação do livro, “O menino e o baú “.
FICHA TÉCNICA
Direção: Osmar Mendes Junior
Assistente de Direção: Gessy Prestes – Livre adaptação
Elenco: Isadora Mendes – Paulinha, Luann Corsi – RobôbôGenio, Vanderley Prestes – Sonhô, Maycon Borges – Trassásá, Adriano Siqueira- Malvino, Sâmela Pinheiro – Fada Iris, Danilo Lima -Sonoplastia / Consciência Corporal, Osmarina Mendes – Assistente Tecnica, Produção – Grupo ODOIÁ
VISITAS INUSITADAS
GRUPO: Cia Ká Entre Nós de Teatro / Macaúbas – BA
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 30 min
SINOPSE:
Na fazenda do Seu Lobato, as noites são recheadas de mistério, encanto e… visitas inusitadas! Entre risos e assombrações, personagens do folclore brasileiro aparecem para transformar o cotidiano do fazendeiro em uma verdadeira aventura. Com música, dança e interação, o espetáculo “Visitas Inusitadas” reaviva a riqueza do folclore brasileiro com personagens como o boi bumbá, a Cuca, a caipora, dentre outros, que povoam o imaginário popular. Apresenta uma encenação enriquecida por bonecos, máscaras, músicas e uma narrativa educativa que estimula a imaginação infantil e aprendizados.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Erleide Morais
Texto: Laine Costa
Atrizes: Bru Araújo, Laine Costa e Ludimilla Trindade
SAIA, QUE LÁ VEM A HISTÓRIA
GRUPO: Coletivo Dupla de Dois – Caetité – BA
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 30 min
SINOPSE
Flora é uma menina que amava contar histórias, um dia resolveu costurar uma enorme saia. Ao terminar, percebeu que sua saia poderia ser usada para contar história, só que naquele momento ela não se lembrava de nenhuma. Mas o destino a faz se encontrar com ForaRota, um viajante e aventureiro, e ali nasce uma enorme amizade e juntos começam a relembrar várias histórias e assim a aventura começa, com personagens e lugares diferentes, os dois brincam de contar histórias.
FICHA TÉCNICA
Atores: Waldisney Matinga e Tally Gaia
Figurinos e Adereços: Coletivo Dupla de Dois
NINA E CADU
GRUPO: CEPAC / Luís Eduardo Magalhães
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 40 min
SINOPSE
Nem toda aventura está longe de casa. Entre histórias inventadas e descobertas de verdade, Nina e Cadu se aventuram por um Cerrado onde tudo parece possível. Ali, cada canto guarda um segredo, cada bicho parece ter algo a dizer e o vento espalha mais que sementes, espalha imaginação. Mas… e se o Cerrado for mesmo encantado? Só assistindo para descobrir.
FICHA TÉCNICA
Direção e Cenografia: Daniel Grilo
Elenco: Júlio Lima e Samy Pinheiro
Direção de Produção e Iluminação: Felipe Breunig
Produção Executiva: Josi Prado
Design do Espetáculo: Hulle Horranna
Produção e Gerenciamento de Temporada: Mila Filgueira
Cenários: Daniel Grilo, Júlio Lima, Samy Pinheiro e Hulle Horranna
Música: João Ribeiro e Hulle Horranna
Sonoplastia: Daniel Grilo e Sabrynna Brandão
Texto: Gustavo Gerard
A ALEGRIA DOS BONECOS GIGANTES
GRUPO: Cia de Teatro Trakinus / São Desidério – BA
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 40 min
LOCAL: Cortejo na Feira Livre de Caetité
SINOPSE
Os Bonecos Gigantes são estruturas enormes de personagens que a CIA de TEATRO TRAKINUS, (único grupo que mantém até hoje a manipulação dos bonecos, após oficina realizada em 2017), são usados para a animação de eventos, participações em cortejos, carnaval de rua e eventos solidários. Os bonecos de São Desiderio têm dois personagens que foram criados na Projeto Os Bonecos Gigantes Invadindo o Oeste através da realização de Oficinas de Confecção e Manipulação de Bonecos Gigantes, ministradas pelos bonequeiros Neto dos Bonecos e Jorge Pereira de Salvador, e mais dois personagens, inspirados nos famosos Chico Bento e Rosinha.
FICHA TÉCNICA
Direção: Daniela Pereira
Elenco: Isabella Cavalcante, Lu Maria e Daniela Pereira
DEUS SABE O QUE FAZ
GRUPO: Cênica Art´Celeiro / Poções – BA
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
DURAÇÃO: 35 minutos
SINOPSE
O Espetáculo teatral “Deus Sabe o Que Faz” trata de violência de gênero, interseccionalidade e feminicídio. É um grito de resistência, uma denúncia social, histórica e cultural, é um chamado à reflexão. A personagem transita entre o protagonismo e o antagonismo das questões abordadas. Faz uma caminhada temporal e por essa caminhada apresenta alguns perfis e alegorias; entre eles, a tribuna dos filósofos: que trata do lugar da mulher dentro da filosofia formadora do pensamento ocidental, o homem no banco: que mostra o perfil social, atual e comum pelo qual a misoginia e a misoginia preta se propagam nos mais diversos ambientes sociais, a mulher morta: Que mostra o desfecho comum da violência de gênero, da naturalização de comportamentos misóginos, da discriminação social, cultural, política e histórica contra a Mulher, bem como da sua objetificação.
FICHA TÉCNICA
Direção, Texto e Interpretação: Diana Lucard
Musicalidade: Diana Lucard e Binho Sá
O DANADO DO BRANCO
GRUPO: Cia Teatrando com Atriz Cleide Vieira / Barreiras – BA
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DURAÇÃO: 40 minutos
SINOPSE
O Projeto de Montagem do espetáculo solo, “O Danado Do Branco”, tem atuação de Cleide Vieira, texto e direção de Ruth Guimarães e produção da Cia Teatrando. Tem como argumento principal, a agonia vivenciada pela a atriz, não só em apresentar seu primeiro espetáculo solo, mas sobretudo, quando é acometida várias vezes de lapso de memória, sem lembrar de falas da interessante história que tem para contar sobre Ana, uma mulher trans. O que fazer diante da plateia? Quais possibilidades de saída diante desse inusitado impasse, ainda mais em um espetáculo solo? Eis a grande questão que se apresenta em “O Danado do Branco”.
FICHA TÉCNICA
Atuação: Cleide Vieira
Texto e Direção: Ruth Guimarães
Preparação Corporal: Danilo Lima
Assistencia de Direção: Lanna Seixas
Produção Executiva: Klessia Rillen
Cenotécnica: Ramon Sousa
MULHERES, BENDITAS SOIS VÓS
GRUPO: As Madalenas da Chapada / Seabra – BA
CLASSIFICAÇÃO: 10 anos
DURAÇÃO: 80 Minutos (com fórum)
SINOPSE
Elvira e Patrícia passaram a vida enfrentando opressões por serem mulheres. Em busca de alívio, acreditam que o remédio é a solução. Mas é na fila do SUS que surge o inesperado: o encontro com a outra e a força da partilha. Entre memórias, desabafos e sonhos, descobrem que a verdadeira cura pode estar na escuta.
Criado a partir da metodologia do Teatro das Oprimidas, “Mulheres, Benditas Sois Vós” é um espetáculo-fórum que convida o público a sair da posição de espectadora e ocupar o lugar de espectatriz — aquela que escuta, atua e transforma.
Guiada pela técnica do Teatro-Fórum, de Augusto Boal, o espetáculo propõe um chamado urgente: falar sobre saúde mental para além da medicalização. Discutimos as estruturas que nos adoecem — o capitalismo, o racismo, o patriarcado, a pressa, o perfeccionismo e a lógica da produtividade infinita, sendo que para nós mulheres, os limites são ainda mais cruéis: ser bela, dócil, eficiente, sempre disponível.
FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Maria Clara Barbosa e Ludimila Agostinho
Direção: Ludimila Agostinho
Elenco: Alice Santos, Ludimila Agostinho e Maria Clara Barbosa.
Som: Alice Santos
Acessória de impressa: Ananda Azevedo
COMO SE FOSSE DA FAMÍLIA
GRUPO: Dobradores de Arte / Caetité – BA
CLASSIFICAÇÃO: 18 anos
DURAÇÃO: 50 minutos
SINOPSE
A história de Marlene poderia ser apenas mais uma entre tantas outras – invisível, como tantas que atravessam séculos sem serem notadas. É a história de quem serve, de quem dedica os anos mais produtivos da vida a uma parcela da sociedade que se recusa a vê-la como ser humano, mas que se esforça para ensinar-lhe, com cruel eficiência, qual é o seu lugar: como deve servir, como deve sobreviver, como deve se calar. A diferença é que Marlene talvez acorde. Talvez tome consciência. Talvez decida se vingar. Ou talvez se perca em meio às próprias alucinações, fruto de uma sobrevida. Mas uma coisa é certa: ela vai contar sua história – do lado de dentro, aprendendo a jogar com as mesmas regras dos que a oprimem. E fará tudo isso… Como se fosse da família.
FICHA TÉCNICA
Atuação: Katy Brito
Direção e Dramaturgia: Nando Dias
Figurinos, Adereços e Cenário: Dobradores de Arte
Iluminação: Jardel Lobo
A DESCOBERTA DE SER EU
GRUPO: Cia de Teatro Trakinus / São Desidério – BA
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
DURAÇÃO: 12 min
SINOPSE
“A Descoberta de Ser Eu” é uma cena curta que reflete a jornada de autoaceitação e identidade de gênero. Isabella Cavalcante interpreta uma personagem que decide se despir das camadas impostas desde a infância e encarar sua verdade com coragem e sensibilidade. Entre humor e dor, a peça transita por memórias, conflitos familiares e reflexões internas, propondo uma urgente discussão sobre liberdade e empatia.
DETALHES DA ENCENAÇÃO
Sem cenografia, utiliza apenas duas cadeiras e um espelho grande. Projeções sutis e luz central criam uma atmosfera acolhedora. Pode ser apresentada em salas, salões ou palcos.
FICHA TÉCNICA
Texto E Direção: Daniela Pereira
Atriz: Isabella Cavalcante
Gênero: Drama-comédia | Monólogo
SHICÓ DO MAMULENGO BOTANDO BONECO POR BAIXO DO PANO
GRUPO: Shicó do Mamulengo / Açú – RN
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 40 min
SINOPSE
O Meu Brinquedo de João Redondo é um espetáculo inspirado no tradicional Teatro de Bonecos nordestino, repleto de humor, música e interações com o público. A trama acompanha Baltazar, um astuto contador de causos, que se envolve em situações hilárias ao lado do Capitão João Redondo, resultando em confusões, encontros amorosos e lições sobre o uso correto das ervas medicinais. Entre pancadas, mal-entendidos e danças, o público é conduzido por uma sequência de quadros cômicos que celebram a cultura popular e a arte do bonequeiro, encerrando a brincadeira com festa e alegria.
DETALHES DA ENCENAÇÃO
Sem cenografia, utiliza apenas duas cadeiras e um espelho grande. Projeções sutis e luz central criam uma atmosfera acolhedora. Pode ser apresentada em salas, salões ou palcos.
FICHA TÉCNICA
Brincante: Shicó do Mamulengo
A TRAVESSIA DO GRÃO PROFUNDO
GRUPO: Cia Avatar / Irecê – BA
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DURAÇÃO: 58 minutos
SINOPSE
O espetáculo “A Travessia do Grão Profundo”, do Núcleo Caatinga da Companhia Teatral Avatar, com texto e direção de Paulo Atto e estrelado pelo ator ireceense Mozar Primo, conta a história de Zinho, que ainda menino, vê seu pai migrar abandonando a terra em que viviam. Este fato se converte em fonte de uma angústia existencial até que o menino se torna jovem e resolve sair em busca do seu pai. A travessia que este jovem, Zinho, empreende pela caatinga e todos os encontros que daí decorrem é o tema central desta peça que apresenta a sua viagem/narrativa: existencial, pessoal, onírica e mítica, fundindo fantasia e realidade, nas profundezas do sertão.
Foi apresentado em diversos festivais de teatro na Bahia e no exterior.
FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Paulo Atto / Ator: Mozar Primo / Figurinos e Adereços: Leonardo Teles / Direção musical e Trilha sonora original: Luciano S. Bahia e Jota Velloso / Participações especiais na trilha sonora: Celo Costa (Canção de Brisa), Evelyn Buchegger (A Velha Donia), maestro Angelo Rafael Fonseca e Coro Masculino do Coral Ecumênico da Bahia(Aboio), J. Velloso (Aboio) / Iluminação e ambientação cenográfica: Paulo Atto / Direção de produção: Anne Alves / Material gráfico e Design: Adson Medeiros e Pablo Maia
HISTÓRIAS DE CABARÉ
GRUPO: Teatro/Circo Maktub / Ilhéus – Ba
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 35 minutos
SINOPSE
A comédia dramática é um mergulho em algumas obras jorgeamadianas e traz o sabor de seus personagens para o cabaré mais famoso da literatura brasileira. Os costumes de uma região que teve com o auge da lavoura cacaueira o progresso chegando impetuosamente. O ano é o de 1925, a cidade de São Jorge dos Ilhéus ascendia para o mundo com grandiosas exportações do fruto de ouro. A peça destaca o progresso chegando à região cacaueira. O conflito entre o tradicional e o novo tem lugar quando as antigas leis incutidas no imaginário regional começam a cair por terra, dando lugar a atos mais civilizados. Os fatos mais comentados da cidade estão presentes na encenação, como o crime cometido pelo Coronel Jesuíno Mendonça, o falatório regional, a traição sofrida pelo comerciante Nacib, o falso puritanismo da sociedade, o glamour das noites dos cabarés, as dores e desilusões das personagens são passados de forma leve e poética. Um novo ar respira a região. Enfim, o impetuoso progresso chegando até nos costumes dos Grapiúnas e Ilheenses. O espetáculo está em cartaz em vários formatos desde 2004 no Espaço Cultural Bataclan e apresentando-se em eventos de várias naturezas.
FICHA TÉCNICA
Direção, Texto e Pesquisa: Fábio Nascimento
Elenco: Fábio Nascimento, Larissa Paixão, Suzane Marques, Maurício Lima, Mateus Lima, Vania Nogueira, Karol Vital, William Menezes, Lucas Tarifa, Guto Pacheco, Matheus Geovane Lima, Driely Alves, Vinicius Teófilo, Laio Sacramento, Beto Vilaça, Alan Santos, Iuri Nascimento
VAI SEM MEDO
GRUPO: Gica Coletivo / Barreiras – BA
CLASSIFICAÇÃO: Livre
DURAÇÃO: 50 minutos
SINOPSE
O Show Cênico Musical – Vai sem medo: entre o rio e o mar, propõe o cruzo de múltiplas linguagens, é uma encenação com a potência das somas artísticas, dança, teatro, música, poesia, e canção. Elas se harmonizam sem hierarquizar e se apropriar uma das outras, são a encruzilhada, no qual não podemos distinguir nem preterir nenhuma das energias dos caminhos das artes ancestrais, é um ponto de encontro entre mundos, um espaço ancestral onde caminhos se cruzam, conectando o sagrado e o profano, o humano e o espiritual. Na encenação uma ressignificação ficcional, mas ue mobiliza todas as energias e magias existentes na experiência da vida dos artistas, e seus relacionamentos com a energia poética rio e do mar e as insurgências vividas no territorio.
FICHA TÉCNICA
Direção Geral: Maurício Faísca / Direção Cênica: Maurício Faísca e Danilo Lima / Elenco Criativo: Larissa Martins, Maurício Faísca, Osmar Mendes, Ramon Sousa / Requalificação 2025.2: Larissa Martins, Maurício Faísca, Osmar Mendes
CARRANCA – DA PROA DO BARCO PARA O PALCO
GRUPO: Companhia de Teatro Mistura / Ibotirama – BA
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
DURAÇÃO: 50 minutos
SINOPSE
Surge nas praças, ruas, feiras das cidades que povoam as margens do Rio São Francisco um vendedor, Zé das Carrancas, figura pitoresca, animado, ser engraçado, cantando e declamando seus versos e rimas. Traz em seu corpo e alma a magia da escultura da CARRANCA, com todos os seus significados e história. Em homenagem a todos carranqueiros do São Francisco, o ator vem fortalecer este oficio de carranqueiro.
Além de defender e lutar pelas culturas populares cultuadas nas margens deste rio o personagem e o ator tem como foco sensibilizar o ribeirinho, e aí? Zé das Carrancas decide se transformar em carranca para defender o Velho Chico.
FICHA TÉCNICA
Direção: Gilberto Morais e Diego Quinteiro / Dramaturgia e Textos: Ananias Serranegra, Cléber Eduão / Pesquisa e Atuação: Gilberto Morais / Preparação de Elenco: Diego Quinteiro / Figurinos: Shicó do Mamulengo / Trilha Sonora: Cléber Eduão, Morão Di Privintina, João Filho / Músicos: Gerri Cunha, Cléber Eduão, João Antônio, Marcus Vinicius / Sonoplastia: Vania Nogueira / Cordel: Lamartine Araújo, Josemário Fernandes, Joilsom Melo, João Filho / Projeções: Marcel Gautherot
[SEM] DRAMA
GRUPO: / Salvador – BA
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DURAÇÃO: 50 minutos
SINOPSE
Dois irmãos, confinados sem motivo aparente, percebem que a casa onde moram está desaparecendo. Esta situação limite, ancorada num elemento sobrenatural favorece uma constante dialética entre ficção e realidade, abrindo espaço para o debate sobre arte e vida, evidenciando o jogo teatral.
FICHA TÉCNICA
Texto, Direção e Atuação: Caio Rodrigo
Iluminação: Caio Rodrigo e Gordo Neto
Cenário e Figurino: Pedro Benevides
Fotografia: Érick Saboya
Filmagem: Diney Araújo, Lua Vilaronga, Lígia Rizério, Alan Garfo
Produção: João Rafael
Arte Gráfica: Raquel Bosi e Caique Chaves
Realização: Teatro Terceira Margem e Casa Preta Espaço de Cultura
CASA DOS A-VOZ: MEU ALPENDRE DE POESIA
GRUPO: Teatro Mistura com Ananias Serranegra / Ibotirama – BA
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DURAÇÃO: 40 minutos
SINOPSE
O recital Casa dos A-voz – é poesia de alpendre, das conversas e vivências, dos cigarros do avô aos ouvidos e sensibilidades de um neto, ator e poeta. No produto artístico são declamados poemas que compõem o livro de mesmo nome e o conjunto de mais três poemas que não estão inseridos nas obras.
O espetáculo revisita a infância de Serranegra no sertão da Bahia e os atravessamentos de sua sexualidade, dita dissidente. O silenciar e esconder-se em casa, abandonando as tradições, de toda uma comunidade devido a pandemia covid-19. É um gesto pequeno e delicado, uma homenagem ao avô, à comunidade rural. Uma forma simples de dizer “eu te amo”.
FICHA TÉCNICA
Som, Luz e Projeção: Insight Produtora
Concepção, Ator E Poeta: Ananias Serranegra
Cenografia: Edy Dias
Iluminação: Gilberto Morais
MUSICENAFRO – MÚSICA, TEATRO E IDENTIDADE NEGRA
SEG – 15/09 – DAS 08H30MIN ÀS 17H
CINE TEATRO DA CASA ANÍSIO TEIXEIRA
OFICINEIRO: João Victor Soares
OBJETIVO DA OFICINA:
Trabalhos com jogos teatrais e musicais, que explorem os ritmos afro-baianos (do pagode e do samba-reggae), as expressões corporais e vocais, a consciência espacial e o pertencimento étnico-racial desenvolvidos pela prática MUSICENAFRO. Experiência com processo criativo de uma criação cênica coletiva, com música e improvisações, além de conteúdos, estratégias e ferramentas inspiradas no universo temático e cultural negro, com foco na música afro-baiana e suas possíveis construções cênicas.
SOBRE:
É ator, escritor e professor de Teatro. Trabalha com teatro há mais de 11 anos. Atualmente é professor da Escola Municipal de Teatro de Barreiras – Ba e é tutor online da Licenciatura em Teatro EAD UFBA. É Mestre em Artes Cênicas e Licenciado em Teatro pela Universidade Federal da Bahia, tendo sua dissertação transformada em livro “MUSICENAFRO´ Música, Teatro e Identidade Negra na sala de aula” no ano de 2022, pela Giostri Editora. Já atuou como estagiário do Bando de Teatro Olodum, e desde 2018 pesquisa sobre a Lei 10.639/03 e o ensino de Teatro, as pedagogias negrorreferenciadas nas Artes Cênicas, bem como a História e Cultura Afro-Brasileira.
MAQUIAGEM ARTÍSTICA
TER – 17/09 – DAS 08H30MIN ÀS 17H
CINE TEATRO DA CASA ANÍSIO TEIXEIRA
OFICINEIRA: Vania Nogueira
OBJETIVO DA OFICINA:
Esta oficina consiste em apresentar conceitos desde os materiais e suas principais diferenças, também apresenta uma noção simples de como realizar um croqui de maquiagem, além de ensinar uma das técnicas mais utilizadas na maquiagem teatral que é luz e sombra (contorno e iluminação), com essa técnica o estudante será capaz de criar diferentes personagens, com formatos de rosto distintos, nesta oficina será possível realizar a maquiagem de envelhecimento teatral e também a maquiagem de rosto redondo para personagens. Objetivos específicos: Conhecer os materiais e suas diferenças. Criar maquiagens com luz e sombras. Exercitar a criatividade para criação de personagens.
SOBRE
Vania Nunes Nogueira Morais é nutricionista de formação, bacharel pelo CESUPI, e estudante de Licenciatura em Teatro pela UFBA. Atua como produtora cultural e maquiadora, com experiência em caracterização, pintura infantil e efeitos especiais. Coordenou a Mostra de Teatro do Velho Chico: Protagonismo Feminino (edição online – 2021) e ministrou oficinas de maquiagem drag em projetos aprovados via Lei Aldir Blanc. Também integrou o projeto “Circo nas Margens do Velho Chico” como oficineira e maquiadora.
OFICINA DE LEITURA DRAMÁTICA DO LIVRO “O CIRCO CARAMINHOLAS DO SUL E MISTÉRIO DO LIVRO SECRETO”
QUA – 16/09 –DAS 08H30MIN ÀS 17H
CINE TEATRO DA CASA ANÍSIO TEIXEIRA
OFICINEIRA: Tally Gaia
OBJETIVO
Apresentar o conceito de leitura dramática, o que é um texto dramatúrgico e incentivar a prática de leitura coletiva de textos dramatúrgicos, como algo prazeroso e divertido, através da leitura do texto teatral “O Circo Caraminholas do Sul e o Mistério do Livro Secreto” de Tally Gaia. Com uma metodologia dinâmica e interativa, utilizando-se de técnicas de leitura, jogos de aquecimento de corpo e voz;
– Desenvolver as capacidades e habilidades através das atividades de expressão dramática;
– Disponibilizar jogos que promovam o autoconhecimento;
– Estimular a descoberta das possibilidades vocais;
– Desenvolver capacidades de expressão: espontaneidade, imaginação, observação, percepção e criatividade;
SOBRE
Atriz, palhaça, contadora de histórias, figurinista, maquiadora cênica e brinca de escrever alguns textos curtos para teatro, os quais cria e dá vida com seus alunos de oficina de teatro. Membro fundadora da Trupe dos Dobradores de Arte. Integra o coletivo de palhaçaria Dupla de Dois desde 2015. É graduanda em Teatro graduada em Geografia, Pedagogia e especialista em Educação do Campo. Coordenou as atividades do Conservatório de Música Anísio Teixeira e um curso de Capacitação de Agentes Culturais na área Teatral, junto a Casa Anísio Teixeira, sua residência artística. Trabalhou com oficinas de teatro junto a projetos sócio culturais como Projovem Urbano, PETI e Arte e Eu. Integra a Rede de Teatro do Velho Chico, o Núcleo de Artes Cênicas da Casa Anísio Teixeira e o Coletivo de Mulheres da Rede.
CONSTRUÇÃO DE FIGURINOS E ADEREÇOS
SÁB E DOM – DIAS: 20 E 21/09 – DAS 08H30MIN ÀS 17H
CINE TEATRO DA CASA ANÍSIO TEXEIRA
OFICINA: CONSTRUÇÃO DE FIGURINOS E ADEREÇOS
OFICINEIRO: Shicó do Mamulengo
OBJETIVO DA OFICINA
A oficina de Construção de Adereços e Figurinos tem como objetivo capacitar os participantes na criação e desenvolvimento de adereços teatrais e figurinos, proporcionando conhecimentos práticos e teóricos necessários para a produção de elementos visuais impactantes em espetáculos artísticos.
SOBRE
Artista autodidata, nascido em Açú – RN, em 1980. Em 2011 formalizou a sua empresa, a Mamulengo produções, MEI. Iniciou seu trabalho profissional de cenógrafo, figurinista e aderecista em 2007, no espetáculo Auto de São João dirigido por Diana Fontes e João Marcelino. Em 2008, também assinou os adereços do espetáculo Auto de São José, dirigido por Elias Avelino. No mesmo ano trabalhou como figurinista do Auto de Natal, de Lenilton Teixeira. No ano de 2009, Shicó do Mamulengo é convidado para assinar os adereços e figurinos do espetáculo O Capitão e a Sereia, do Grupo Clowns de Shakespeare, com direção de Fernando Yamamoto. Shicó do Mamulengo foi responsável pelos adereços e figurinos de outro espetáculo emblemático do grupo potiguar Clowns de Shakespeare, Sua incelença, Ricardo III, que teve direção de Gabriel Vilela e estreia em Natal – RN, no ano de 2010.
INTERPRETAÇÃO
DOM – DIA 28/09 – DAS 08H30MIN ÀS 17H
CINE TEATRO DA CASA ANÍSIO TEXEIRA
OFICINA: INTERPRETAÇÃO
OFICINEIROS: Gordo Neto e Caio Rodrigo
OBJETIVO DA OFICINA
A oficina voltada para artistas, estudantes de artes, estudantes secundaristas, grupos de teatro amadores e profissionais, propõe uma imersão no processo criativo do espetáculo investigando o uso da terminologia DRAMA, identificando características inerentes às distintas partes componentes do processo criativo: escrita, interpretação e encenação. Para tanto, os criadores trabalharão com relatos de experiência e construção de exercícios práticos. O objetivo central é levantar elementos peculiares a cada etapa do processo e investigar possíveis deslocamentos, tensões e intersecções que resultem numa desestabilização de uma pré-determinada concepção de ação dramática.
SOBRE – Gordo Neto
Eurico de Freitas Neto, 52 anos, é graduado em Comunicação Social e atua no teatro desde 1990 como ator, diretor, autor e produtor. Com mais de 20 peças no currículo como ator e 10 como diretor, foi co-gestor do Teatro Vila Velha (2001-2009) e diretor de Teatro da FUNCEB (2009-2010). Integrou o grupo Vilavox (2001-2023) e venceu o Prêmio Braskem de Melhor Direção em 2012 por Dissidente. Publicou artigos em revistas de destaque na área e, desde 2010, co-gestiona a Casa Preta Espaço de Cultura. Atualmente divide cena e direção com Caio Rodrigo em [sem] DRAMA, indicado a três categorias no Prêmio Braskem 2022/2023.
SOBRE – Caio Rodrigo
Caio Rodrigo Chaves, 45 anos, é ator, diretor, dramaturgo e mestre em Artes Cênicas (PPGAC-UFBA). Criador do Teatro Terceira Margem, tem 20 anos de carreira e mais de 30 espetáculos no currículo, com diversas indicações e prêmios, incluindo Melhor Espetáculo, Direção e Texto no Prêmio Braskem. Destaques incluem Pólvora e Poesia, A Máquina que Dobra o Nada, Woyzeck-Zé Ninguém, [Ensaio] Para uma Redenção e Homem é Homem. Atualmente, atua e dirige [sem] DRAMA ao lado de Gordo Neto, indicado em três categorias no Prêmio Braskem 2022/2023.
PALESTRA: PRESERVAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO E SEUS AFLUENTES
PALESTRANTE: Fernanda Oliveira
PALESTRA 01 – DIA: 15/09 – HORÁRIO: 8:00
LOCAL: Escola Municipal Manoel Lopes Teixeira
PALESTRA 2 – DIA: 15/09 – HORÁRIO: 14:00h
LOCAL: Escola Municipal Senador Ovídio Teixeira
PALESTRA 03 – DIA: 15/09 – HORÁRIO: 19:30
LOCAL: Complexo Integrado Educação Básica, Profissional e Tecnológica de Caetité (CIEBTEC)
PALESTRA 04 – DIA: 16/09 – HORÁRIO: 8:00
LOCAL: Colégio Estadual do Campo Pedro Atanásio Garcia
PALESTRA 05 – DIA: 16/09 – HORÁRIO: 10:00
LOCAL: Escola Municipal Nunila Ivo Frota/Zelinda Carvalho Teixeira
OBJETIVO DA PALESTRA
A palestra acontece para que possamos refletir e discutir as questões climáticas, que perpassam aquele que carregamos o nome, o Velho Chico, será destinada para estudantes da Rede Pública e Estadual de Educação.
SOBRE
Graduada em Geografia pela UNEB, mestra pelo PPGEO/UESB e doutoranda em Geografia na UFS. Atuou como bolsista CAPES e FAPESB em projetos voltados à cartografia, conflitos agrários e questões territoriais. Estagiou em diagnóstico etnoambiental de nascentes, com foco em análise geoambiental e geoprocessamento. Pesquisa temas ligados à Geografia Agrária, especialmente mineração e conflitos por água no sertão baiano. É professora na Rede Estadual da Bahia e no curso preparatório FC Concursos/ALPHA.
TIPOS DE REDES
QUI / SEX / SÁB – DIA 18, 19 e 20/09 – DAS 08H30MIN ÀS 17H
CINE TEATRO DA CASA ANÍSIO TEXEIRA
PALESTRANTE: Gilberto Morais
OBJETIVO DA PALESTRA
Apresentar e explorar diferentes tipos de redes que podem ser utilizadas para fortalecer a atuação de grupos teatrais, promovendo a colaboração, a difusão e a sustentabilidade de seus trabalhos.
SOBRE
Psicólogo, ator, palhaço, diretor de teatro e produtor Teatral. Fundador da Rede de Teatro do Velho Chico, diretor artístico do Grupo de Teatro Mistura, curador/programador da Mostra de Teatro do Velho Chico desde 2015, Aos Olhos da Carranca – Mostra Cênica, participou de importantes festivais de teatro na Bahia e na Europa.
OFICINA "JOGOS TEATRAIS" VOLTADA À INFÂNCIA
QUI E SEX – DIA 18 e 19/09 – DAS 08H30MIN ÀS 17H
CINE TEATRO DA CASA ANÍSIO TEIXEIRA
OFICINEIRA: Tally Gaia
OBJETIVO DA OFICINA
A oficina de Jogos Teatrais para a Infância propõe um espaço de experimentação lúdica, onde o brincar se torna caminho para o aprendizado e a descoberta. Por meio de dinâmicas e atividades cênicas, as crianças são convidadas a explorar sua criatividade, imaginação e espontaneidade, desenvolvendo a expressão corporal e vocal de maneira divertida. O trabalho coletivo é valorizado, fortalecendo a socialização, a cooperação e o respeito às diferenças. Além disso, a oficina estimula a autoestima, a autonomia e a sensibilidade artística, despertando o interesse pelo teatro como linguagem de encontro, invenção e partilha.
SOBRE
É graduanda em Teatro/UFBA, graduada em Geografia e Pedagogia e Especialista em Educação do Campo/UNEB XII. Professora, contadora de histórias, figurinista, escritora, atriz e palhaça DRT0011010/BA. Trabalha com assessoria de comunicação de projetos culturais. Integra a Academia Caetiteense de Letras, cadeira nº 21. Integra a Trupe dos Dobradores de Arte (desde 2007) e o Coletivo Dupla de Dois (desde 2015) o Núcleo de Artes Cênicas da Casa Anísio Teixeira e a Rede de Teatro do Velho Chico. Coordenou (400h) do Curso de Capacitação de Agentes Culturais na Área Teatral em 2012 e 2013; Coordenou as oficinas do Conservatório de Música Anísio Teixeira de 2012 a 2014. Atualmente é coordenadora artística do Projeto Tempo das Artes e coordenadora de Projetos na Casa Anísio Teixeira.
3º COLÓQUIO DE MOSTRAS E FESTIVAIS DE TEATRO DA BAHIA
Dentro do programa da 11ª Mostra de Teatro do Velho Chico será realizado o nosso 3º Colóquio de Mostras e Festivais de Teatro Baiano. Produtores, curadores, programadores dos maiores festivais do estado da Bahia estarão acompanhando nossa programação nos dias 22 a 27 de setembro, todos os dias às 16h, vai ter encontros na Casa Anísio Teixeira, nos reuniremos de forma presencial para um diálogo íntimo e potente.
PAULO ATTO
O Festival Internacional de Teatro da Caatinga se destaca como um evento de intercâmbio que celebra as artes cênicas da Bahia no coração do sertão baiano.
Diretor teatral e dramaturgo, desde 1984, atua como curador e gestor em projetos de arte e cultura. Dirigiu mais de 30 espetáculos, alguns dos quais apresentados na Europa, EUA e América Latina. Fundou a Cia Teatral Avatar em 1987 em Salvador e mantém na cidade de Irecê o Núcleo Caatinga (desde 2009) e o Festival Internacional de Teatro da Caatinga (desde 2012). Membro associado da SGAE – Sociedad General de Autores y Editores de España. É membro fundador das redes: RIA – Rede Ibero-americana de Animação sociocultural e REI – Red Escena Iberoamericana. Autor dos livros: Até delirar, Desmontando Shakespeare, Atto em 3 atos & memórias da Censura e A Travessia do Grão Profundo, prêmio Selo João Ubaldo Ribeiro Ano 3 em dramaturgia.
DAISY ANDRADE
Rédeas do Teatro é projeto estratégico de fortalecimento do teatro do Médio Sudoeste Baiano.
É uma profissional com múltiplas atuações: mãe, atriz, professora e produtora. Como membro e co-fundadora do Grupo Finos Trapos, ela coleciona prêmios por sua atuação em diversos festivais e montagens teatrais. Seu trabalho também se estende à área da saúde, onde foi premiada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por seu projeto de Arte no Ambiente Hospitalar. Formada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), atua na equipe de Coordenação do Curso de Licenciatura de Teatro à Distância, também da UFBA. Sua forte crença no poder do teatro em rede a levou a fundar o projeto Rédeas do Teatro no Sudoeste da Bahia, com o objetivo de fortalecer a arte teatral na região.
POLIANA BICALHO
O Festival Petiz é uma idealização de Poliana Bicalho, mãe, professora de teatro, produtora e mediadora cultural e Renata Berenstein, psicóloga, arte-educadora e diretora teatral. Conheça nossas redes sociais: @festivapetiz www.festivalpetiz.com.br
Poliana Bicalho é doutoranda pelo Programa Multidisciplinar de Pós‐Graduação em Cultura e Sociedade – UFBA, Mestre pelo PPGAC│ UFBA (2016), com pesquisa voltada ao campo da mediação cultural│teatral, Especialização em Política e Gestão Cultural│UFRB (2018‐ 2019), formada em Licenciatura em Teatro│UFBA (2011) Atua em importantes festivais e eventos de artes cênicas na cidade de Salvador. Ministra cursos e palestras com o tema da mediação cultural, infância e festivais. É coordenadora artístico‐pedagógica do Petiz – Festival de Arte para Infância e Juventude (@festivalpetiz) e gerencia a Criare Mediações Culturais e Educacionais (@criaremediacoes).
MARCONI ARAP
Diretor, Professor e Palhaço Marconi Arap tem formação como Ator pela Universidade Federal da Bahia, na qual também conquistou o grau de Mestre em Artes Cênicas na área de Teatro Popular a partir da literatura de cordel. Há 20 anos se dedica ao teatro voltado às infâncias e juventudes da Cidade da Bahia. Com quase 30 espetáculos como ator e/ou diretor, coordena desde 2013 o festival FESTECA – Arte e Cultura das Infâncias e Juventudes de periodicidade anual. Recentemente se lançou como autor de peças teatrais tendo sido reconhecido em seu primeiro texto pela CELCIT. Criou e coordena o Colóquio Nacional Observatório do Teatro para as Infâncias e Juventudes em parceria com a Universidade Federal da Bahia de periodicidade bienal.
FÁBIO NASCIMENTO
COLETIVO ARTDRAG SUL-BA. O coletivo artístico traz como proposta o diálogo entre atuantes e admiradores da arte Drag no Sul da Bahia.
É ator, iniciando atividades teatrais em cursos de interpretação com Pedro Mattos (1996/1997) na Casa dos Artistas. Foi contratado do NAU- Núcleo de Artes da UESC sob coordenação de Nevolanda Pinheiro e direção de Ramayana Vargens. Colabora desde 2004 com o Projeto de Extensão Teatro Popular e Interculturalidade da UESC, participando de intercâmbio para a Universidade de Wikfolkhogskola (2004) na Suécia com a diretora sueca Bim de Verdier. O ator tem participações em grupos da Bahia como: o Teatro da Queda, Cia Baiana de Teatro de Revista. Em 2002 cria, dirige e atua no Grupo Teatro/Circo Maktub – Ponto de Cultura do Estado da Bahia (ID 2020/650) que é responsável pelos projetos: Palhasseata de Ilhéus e Palhaços do Maktub (desde 2006), Projeto Ilheenses Amados no Bataclan (desde 2004), Drags do Maktub e Coletivo ArtDrag Sul/BA (2019) e Cardume SereIlhéus (2021) e atualmente produz o Cabaré Maktub (2022). Fábio Nascimento é Bacharel em Comunicação Social – Rádio/TV pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz (2014) e graduado em Artes Cênicas – Interpretação Teatral da UFBA, Universidade Federal da Bahia (2019).
FERNANDO MARINHO
É músico, ator, diretor, artista visual, curador e diretor de produção, atuando no Brasil e no exterior desde a década de 70, com desempenho nestas funções em dezenas de espetáculos de teatro, dança, circo, música, artes visuais, e diversos outros eventos na área cultural. Foi um dos fundadores da Companhia Baiana de Patifaria, gestor público por mais de oito anos, é o curador do Festival de Música Instrumental da Bahia, atualmente exerce o seu quinto mandato como Presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado da Bahia – SATED Bahia, é Presidente do Conselho de Administração da Aliança Francesa de Salvador e integra o Conselho Consultivo do NEOJIBA.